PDV com emissão de NFC-e a partir da própria venda
No PDV com emissão de NFC-e do Gustto, a nota nasce do pedido que acabou de ser pago: os itens, os valores e a forma de pagamento já estão ali, sem redigitação em um emissor separado. Você escolhe se cada venda vira nota na hora ou se as notas ficam represadas para emissão em lote, e uma falha na comunicação com a SEFAZ nunca segura a fila do balcão — o pedido fecha do mesmo jeito e a nota fica pendente para ser resolvida depois.
Feito para restaurantes, bares, lanchonetes e adegas que precisam entregar cupom fiscal no balcão e hoje digitam a mesma venda duas vezes, uma no sistema e outra num emissor fiscal à parte
O Gustto reúne pedido, produção, caixa, estoque e relatório em uma experiência simples.
A NFC-e é montada a partir do pedido já pago — mesmos itens, mesmos valores, mesma forma de pagamento — em vez de exigir que alguém redigite a venda num emissor separado depois que o cliente já foi embora.
Você decide o modo de emissão: Automática, em que a nota sai assim que o pagamento é registrado, ou Represada, em que as vendas se acumulam numa tela de notas a emitir e você dispara em lote no fim do turno. Dá para pausar a emissão e escolher quais formas de pagamento geram nota.
Quando o cliente pede a nota com CPF ou CNPJ, aquele cupom é emitido na hora mesmo com o modo represado ligado — a nota do consumidor identificado nunca fica na fila esperando o lote.
Autorizada pela SEFAZ, a DANFE do cupom sai sozinha na impressora térmica com o QR code de consulta; se o papel acabou ou a impressora estava desligada, a reimpressão é manual, sem precisar emitir outra nota.
Cancelamento é feito na própria tela do pedido, com justificativa enviada como evento à SEFAZ — o prazo padrão do produto é de cerca de 30 minutos após a autorização da NFC-e, e a tela mostra se a SEFAZ aceitou, recusou ou mandou para conferência manual.
No fim do mês você baixa um pacote com os XML das notas para mandar ao contador, em vez de garimpar arquivo por arquivo — o XML do cancelamento ainda é baixado à parte.
Como funciona na prática
Rotinas reais do atendimento — do pedido ao fechamento.
Venda de balcão que já sai com cupom fiscal
- 1Com o caixa aberto, o operador lança os itens no pedido de balcão e registra o pagamento normalmente, do mesmo jeito que faria sem emissão fiscal.
- 2Assim que o pagamento é registrado, o pedido segue para emissão: o sistema numera a nota, assina, calcula o QR code e envia para a SEFAZ do estado.
- 3Com a autorização, a DANFE do cupom sai na impressora térmica junto do comprovante, já com o QR code que o cliente usa para consultar a nota.
- 4Se a SEFAZ demorar, recusar ou a internet cair no meio, a venda continua fechada e o pedido aparece com o status fiscal pendente — o operador ou o gerente resolve depois pela tela de notas, sem refazer o pedido.
Ativação do fiscal, do zero até a primeira nota de verdade
- 1Você valida com o seu contador que o estabelecimento vai emitir NFC-e e quais impostos se aplicam ao seu regime — essa parte é decisão fiscal do negócio, não do sistema.
- 2Faz o credenciamento no portal da SEFAZ do seu estado e gera os códigos de segurança do contribuinte (o CSC), um para teste e outro para produção. O credenciamento é feito pelo contribuinte ou pelo contador; o Gustto não faz esse cadastro por você.
- 3No painel do cliente, preenche os dados do emitente (CNPJ, razão social, endereço completo, inscrição estadual, regime tributário, série) e envia o certificado A1 com a senha. O arquivo fica guardado cifrado e não pode ser baixado de volta.
- 4Com a lista de pendências toda verde, você dispara uma nota de teste em ambiente de homologação: uma venda simbólica de R$ 1,00 que prova certificado, CSC e conexão com a SEFAZ sem valor fiscal nenhum.
- 5Cadastra o CSC de produção e vira a chave para o ambiente real. A partir daí o balcão emite normalmente. Quem contrata a configuração assistida faz esses passos acompanhado pela equipe do Gustto.
Quando faz sentido
Restaurante que hoje mantém um emissor fiscal aberto numa segunda tela e digita cada venda duas vezes.
Bar que precisa de cupom fiscal só em parte das vendas e quer escolher quais formas de pagamento geram nota.
Lanchonete com movimento concentrado no almoço, que prefere represar as notas e emitir tudo em lote depois do pico.
Adega cujo cliente costuma pedir a nota com CPF e precisa que aquele cupom saia na hora, sem esperar lote.
Operação com contador externo, que hoje perde tempo todo mês montando manualmente a pasta de XML.
Estabelecimento que vai abrir agora e quer ativar o fiscal com acompanhamento em vez de descobrir o processo sozinho.
Menos improviso no atendimento
Gargalos que o Gustto ajuda a resolver.
Lançar a venda no sistema e depois redigitar tudo num emissor fiscal separado, com o cliente esperando e a fila crescendo atrás dele.
Emissor fiscal que trava ou perde a conexão e para o balcão inteiro, porque a venda só é concluída depois que a nota sai.
Descobrir no fechamento do mês que um punhado de vendas ficou sem nota e ninguém sabe dizer quais foram.
Não saber por onde começar: credenciamento na SEFAZ, certificado digital, CSC, série, ambiente de teste — cada coisa numa fonte diferente.
Contador pedindo os arquivos XML do mês e alguém tendo que baixar nota por nota para montar a pasta.
Entenda em poucas linhas
O que é
PDV com emissão de NFC-e é o sistema de vendas que gera a nota fiscal do consumidor eletrônica a partir do próprio pedido registrado no balcão, sem redigitar a venda em um emissor separado. No Gustto, a emissão é disparada quando o pagamento é registrado, aceita os modos automático e represado, e o cupom autorizado sai na impressora térmica com o QR code de consulta.
Para quem é
Serve para restaurantes, bares, lanchonetes e adegas que precisam entregar cupom fiscal no balcão e hoje mantêm dois sistemas em paralelo — um para vender e outro para emitir —, além de quem está abrindo agora e quer ativar o fiscal com acompanhamento em vez de decifrar credenciamento, certificado e CSC sozinho.
Como funciona
Você cadastra os dados do emitente, envia o certificado A1 com a senha e registra o CSC gerado na SEFAZ do seu estado; com a lista de pendências verde, dispara uma nota de teste em homologação e vira a chave para produção. A partir daí, cada pedido pago gera a NFC-e conforme o modo escolhido, e uma falha na SEFAZ deixa a nota pendente sem travar a venda.
Servidor local?
Não é necessário servidor local para operar o PDV. Para impressão, um mini PC conecta as impressoras térmicas ao Gustto.
Perguntas antes de decidir
Se a SEFAZ estiver fora do ar, o balcão para?
Não. A emissão é disparada depois que o pagamento já foi registrado, então uma indisponibilidade da SEFAZ deixa o pedido fechado e a nota pendente, sem travar a fila. O que ainda não existe é o modo de contingência offline da NFC-e (aquele que emite com o servidor fora do ar e transmite depois): a tela mostra esse recurso como indisponível, e enquanto ele não chega a emissão precisa de internet.
Funciona no meu estado?
A emissão de NFC-e está liberada em 26 unidades federativas. Santa Catarina fica de fora porque o estado exige o PAF-NFC-e, um programa aplicativo fiscal homologado que o Gustto não possui — nesse caso não vendemos o recurso em vez de prometer algo que não conseguimos entregar. As notas de faturamento para empresas conveniadas (modelo 55) seguem em liberação gradual, hoje em piloto em Minas Gerais e apenas para operações dentro do mesmo estado.
Quanto custa e já vem no plano?
A emissão fiscal não vem incluída no plano base: é um recurso opcional, de R$ 49,90 por mês, ativado no painel do cliente. Existe ainda a configuração assistida por R$ 199, cobrada uma única vez por loja e CNPJ, para quem quer fazer o credenciamento, o certificado e o CSC acompanhado pela equipe. Sem contratar o recurso, o PDV funciona normalmente, só não emite cupom fiscal.
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